Pausa na Viagem: aline
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[SÉRIE] "ORANGE IS THE NEW BLACK": Segunda Temporada

(Imagem: Divulgação/Netflix.)

ATENÇÃO: ESTE POST PODE CONTER SPOILERS.


Oi ,gente! Adivinha do que eu vim falar hoje? Siiim, da segunda temporada de “Orange Is The New Black”. Pra quem não viu a resenha da primeira temporada é só clicar AQUI! Pra quem leu e ficou ansioso pra saber o que eu achei da segunda temporada, vai ficar sabendo de tudo agora.

Essa segunda temporada foi ainda melhor que a primeira, surpreendente. Chapmam está de volta à penitenciária Litchfield depois de um tempo que ficou em Chicago para seu julgamento. Ela está definitivamente muito mudada, a Piper medrosa, que fazia bobagens e que era passiva lá dentro definitivamente deixou de existir para dar lugar a uma Piper criminosa e com ar de brigona e perigosa.

Sobre o julgamento: deu tudo errado. Chapmam e Alex combinaram o que falariam nos seus respectivos depoimentos, ambas mentiriam sobre conhecer o chefão do trafico, mas na hora “h” Alex conta toda a verdade enquanto que Chapmam mantém o combinado, e o resultado disso foi a liberdade condicional de Alex e a volta pra cadeia de Chapmam.

Isso causa uma revolta muito grande da parte de Piper, que se sentiu traída pela ex-namorada. Alex tenta contato mandando muitas cartas para Piper, mas ela não chega nem a lê-las. Enquanto isso Piper consegue um indulto para sair da cadeia porque sua avó está doente. Fora da cadeia ela se reencontra com sua família e Larry, e vê que o relacionamento dos dois não tem mais volta, e logo depois disso descobre que Larry transou com sua melhor amiga.

Dentro da penitenciária está um clima pesado com a chegada de uma detenta que já esteve ali algumas vezes. Vee mal chega e com seus joguinhos consegue suas seguidoras pra começar com o tráfico de drogas lá dentro. E Red, depois de ser “despejada” da sua cozinha, dá seus “pulinhos” para continuar trazendo seus produtos de fora e reconquistar suas amigas. O clima começa a esquentar mais ainda quando Red e Vee, que já são velhas conhecidas, começam a disputar as meninas e o tráfico.

A corrupção continua a rolar solta dentro de Litchfield e muitos cortes estão sendo feitos, os policiais sendo mais rigorosos e as detentas perdendo ainda mais suas liberdades (que já eram poucas), o que causa a revolta de muitas delas e uma nova detenta jovem e ativista resolve começar uma greve que não foi muito levada a sério e logo teve fim.

Perto do fim da série uma das chefes da penitenciária é descoberta e afastada do cargo devido aos crimes cometidos lá dentro, e adivinhem quem cooperou pra isso? Sim, Chapmam. Policias também foram afastados e muitas outras coisas aconteceram.

Mas chega de contar o que acontece na segunda temporada porque já falei demais. Vamos falar do que eu achei de verdade.

Eu amei essa segunda temporada, está mais “pesada” digamos assim, mostrando mais das detentas e como elas são de verdade. Mostra ainda mais sobre a corrupção e tem muito mais relacionamentos lésbicos acontecendo, ou seja, quase todo episódio tem cena de sexo lésbico e heterossexual (em menor grau). Uma das melhores séries que já assisti e estou louca pra que comece a terceira temporada, que chega dia 27 de fevereiro de 2015. Recomendo que assistam a primeira temporada se não assistiram e, se assistiram, vejam também a segunda. Pra quem já assistiu as duas quero saber o que vocês acharam, deixem suas opiniões aqui nos comentários.

Bom, por hoje é isso gente, espero que tenham gostado dessa resenha e logo logo trarei mais rsrs.

Beijinhos e até a próxima!
 
 
 

 
 




[SÉRIE] "ORANGE IS THE NEW BLACK"



(Divulgação / Netflix.)


Oii pessoas! Hoje não vim para falar de livros, hoje vou resenhar sobre uma série chamada “Orange Is The New Black”. Já havia um tempo que estava ouvindo falar dessa série que é uma série original da Netflix, vários comentários positivos, o que me motivou a começar a assistir. A série até o momento tem duas temporadas e vou falar apenas da primeira, vou fazer por partes.

“Orange Is The New Black” é o tipo de série que te prende desde o primeiro episódio, definitivamente. Assisti o primeiro episódio e já queria saber o que ia acontecer pra frente, e fui pro segundo episódio, e assim sucessivamente.

A série trata de uma mulher chamada Piper Chapmam que mora em Nova York e é condenada a cumprir 15 meses numa prisão feminina federal por ter participado do transporte de uma mala de dinheiro proveniente do tráfico de drogas, a pedido da sua ex-namorada, Alex Vause, que é peça importante num cartel internacional de drogas. Isso aconteceu há 10 anos antes do início da série.

Piper agora está noiva de um homem chamado Larry Bloom e vive uma vida “comum” até se entregar para a polícia. Já na cadeia, logo no seu primeiro dia na prisão, ela se encontra justamente com Alex, sendo que há alguns anos que já não tinham mais contato algum. Foi uma surpresa, pode-se dizer terrível. Nos primeiros dias que se seguem ela se mete em algumas confusões, até “pegar o jeito” da coisa, e depois também, mas seria quase impossível não se meter em encrencas nunca cadeia!

Eu achei a primeira temporada ótima, uma coisa viciante mesmo. A série conta com um conteúdo mais adulto, a faixa é de acima de 18 anos, por conter cenas de sexo, violência e uso de drogas. Mas apesar disso, a série oferece um conteúdo bem rico, já que além do(s) romance(s) homossexual(is) que existe(m), coisa que talvez pra quem tenha uma mente não tão aberta vá achar uma série pesada e talvez “suja”, a série também mostra como é a vida dentro de uma penitenciária, como as mulheres tem que agir, como são os relacionamentos, como a falta do próprio sexo influencia as atitudes dessas mulheres, e é claro, como funciona dentro da administração dessas penitenciárias, o abuso dos policiais, a corrupção, a forma de esconder os escândalos, a forma como coisas ilegais de vários gêneros entram e chegam nas mãos das presas.

Esse conteúdo é o que mais me chama atenção, mas isso também é uma coisa bem pessoal de cada um. Mas sim, os romances, tanto héteros como homossexuais, também chamam, como a própria Piper e seu noivo ou a convivência com a ex dela lá dentro, o romance hétero de uma detenta e um policial (que é lindo demais rsrsrs) e a transformação/adaptação rápida de Piper.

Definitivamente “Orange Is The New Black” é uma ótima série, tem tudo pra crescer ainda mais e estou doida pra ver logo a segunda temporada e vir correndo contar tudooo pra vocês! Super indico pra quem ama assistir séries, tem muita coisa boa nela, não é uma série chata, que não anda, daquelas que só ficam boas no final, tem muita coisa que eu fico louca pra contar, mas não posso senão entrego tudo de bandeja e spoiler não é legal rsrsr Eu particularmente não ligo de receber spoiler, amo saber antes da hora o que vai acontecer, mas como sei que a maioria não gosta vou ficar quietinha.

Eu vou ficando por aqui, peço desculpas pela demora em postar, estive muito atarefada e não conseguia nem ler nem assistir nada. Espero que tenham gostado da resenha que fiz com tanto carinho pra vocês, deixe suas opiniões, elogios, críticas, enfim, o que quiserem me falar aqui nos comentários. Obrigada pela atenção, até a próxima resenha e beijinhos :*





[RESENHA] "SUA ALTEZA" (Pedro Marques)


Autor(a): Pedro Marques Pilati / Editora: Multifoco (Selo Desfecho) / Ano: 2014 / Páginas: 150

Nota: A resenha a seguir não representa necessariamente a opinião do Pedro, o autor do blog e da obra em questão. :P Admitimos e preservamos os princípios de transparência, isonomia e liberdade de expressão. Contamos com a sua compreensão! ;)


Oi pessoas lindas! Então, a resenha de hoje é de um livro que foi lançado há pouco tempo, mas pelo que vejo vai fazer um sucesso danado! O nome do livro é "Sua Alteza" e o autor, Pedro Marques. E só pra deixar vocês com um pouquinho de inveja, o autor é meu amigo rsrsrs 

Enfim, vamos à resenha... 

Características “gerais”: o livro não é grande, tem 150 páginas, o que o torna super fácil de ler, li em 3 dias se não me engano, e confesso que ainda demorei rsrs; e sem falar que tem uma capa linda, eu que o diga, porque amo rosa! 

Sobre a história em si: No início confesso que achei que não ia ser interessante, parece que não rendia a história, apesar de ter uma narrativa que fluiu bem e de não ter um vocabulário de difícil entendimento. Quando mudei minha opinião? Quando Dani, uma das personagens principais leva uma surra e é sequestrada, aí o negócio mudou de figura e eu passei a devorar o livro mais rápido, que convenhamos é um dos pecados de todo leitor, porque quando o livro acaba vem o remorso e a perguntinha básica “porque eu não li mais devagar?” 

Um pouco sobre os personagens: A história gira em torno de duas meninas jovens colegiais, Malvina, mimada, filha do diretor e detestada por todos pela sua arrogância e viver humilhando os demais; e Dani, uma gótica que sofre bullying dos outros alunos por estar “fora de forma” e pelo seu estilo não tão comum e que mesmo assim, não abaixa a cabeça e se acha a “justiceira do colégio”. O que eu achei delas: Apesar das críticas que posso receber, eu não gostei nem um pouco da Dani, o que confesso que é estranho visto que ela faz o papel da “boazinha” e da “sofrida” e achei muito bem dada a surra que ela levou, apesar de ser totalmente contra a violência; mas vou explicar porque eu não gostei: então, apesar de se intitular a justiceira eu não gostei das atitudes dela por achar que violência se resolve com violência, e todos sabemos que não é assim que as coisas funcionam que o que acontece na verdade é que a violência só gera mais violência, que é exatamente o que acontece no livro, ataques violentos em cima de ataques violentos. 

E sim, me julguem mais ainda por amar a Malvina. Quem leu o livro já dever estar se perguntando por que é que eu gosto dela e dizendo que eu sou a favor do que ela fazia, mas não, não é nada disso. Eu criei certa afinidade com Malvina pelo fato de entender as atitudes dela. Ela perdeu a mãe quando esta se separou do seu pai, e ele por sua vez, na ânsia de não ver sua filha sofrendo mimou demais Malvina, dando tudo o que ela queria, quando ela queria e do jeito que ela queria. Mas os motivos não param por aí, quando estamos falando de Malvina Nefasto há bem mais coisas em jogo. Ela saiu de um colégio onde ela tinha amigos de verdade e foi parar em um colégio onde todos a olhavam atravessado por ser filha do diretor e receber muitas regalias e a maneira que ela achou pra se defender foi essa: já que a julgavam tanto por ser filha do diretor e fazer o que bem entendia então começou agir exatamente assim. O que ninguém percebeu, exceto Dênis, outro personagem, é que ela tinha problemas, que nem tudo era nariz empinado e salto alto. Ela queria amigos, mas queria amigos de verdade, não amigos que se aproximassem dela apenas pra pedir favores, e mais coisas que nem sei bem como explicar! 

Enfim, achei o livro bem estruturado, uma história curta, mas bem escrita e como já disse, com uma narrativa bem fluida. Gostei muito do livro, chorei no final (ai que novidade Aline rsrsrs) e super recomendo a leitura. Espero que tenham gostado da resenha, que confesso ficou com um ar mais sério que as outras e acho que vou seguir com ele, se vocês quiserem que eu volte ao estilo das outras resenhas me avisem, deixem nos comentários por que eu quero agradar vocês! Beijos e até a próxima resenha!






[RESENHA] "O HOBBIT" (J. R. R. Tolkien)


Autor (a): J. R. R. Tolkien / Tradutor(a): Lenite Maria Rímoli Esteves / Editora: WMF Martins Fontes / Páginas: 328

Oi minha gente, tudo bem? Estive ausente esses dias e peço desculpa pelo atraso, mas fiquei sem internet durante esse tempo e nem preciso explicar como funciona quando se trata da empresa resolver esse problema né? Rsrsr enfim, estou aqui de novo!!!

Hoje minha resenha é do livro O Hobbit de J. R. R. Tolkien. Apesar de aventura não ser dos gêneros o meu predileto é o terceiro livro do mesmo que eu leio e só tenho uma coisa a dizer: eu ameeeei esse livro, ele é muito bom!

Dá uma olhada nessa sinopse: “Bilbo Bolseiro é um hobbit que leva uma vida confortável e sem ambições, raramente aventurando-se para além de sua despensa ou sua adega. Mas seu contentamento é perturbado quando Gandalf, o mago, e uma companhia de anões batem à sua porta e levam-no para uma expedição. Eles têm um plano para roubar o tesouro guardado por Smaug, o Magnífico, um grande e perigoso dragão. Bilbo reluta muito em participar da aventura, mas acaba surpreendendo até a si mesmo com sua esperteza e sua habilidade como ladrão”. 

Hobbit pra quem não sabe, são (ou eram) um povo pequeno, menores até que os anões, não possuem barba, tem rostos amigáveis e dão gargalhadas profundas e deliciosas! Eu particularmente me apaixonei por todos os personagens, exceto os maus, mas o Bilbo é o meu predileto, pense numa criaturinha fofa, fofa e mais fofa ainda!

O que eu achei dos personagens: amor eterno dedicado a meu hobbit (sim é meu kkkk), a mudança que vai acontecendo no decorrer da história é fantástica, no início você encontra trechos como “o pobrezinho do Bilbo...” e “esse hobbit maldito, imprestável...”, pra depois ele se tornar um ótimo ladrão e aventureiro, livrando seus companheiros de enrascadas e o primeiro a roubar o temeroso Smaug! Os ladrões, que eram 13, não têm muitas características citadas sobre suas personalidades, além de Thorin que era o líder, mas posso dizer que são os mais chatos, resmungões, carrancudos e estressados que conheço rsrsrs; meus preferidos são Fili e Kili, e não tem nenhum motivo específico além dos nomes que eu adorei! O mago, Gandalf, não aparece muito, só em momentos, digamos assim, oportunos, e acho que isso faz parte dessa coisa misteriosa que os magos têm.

A história se desenvolve de uma maneira bem fluida, não é uma coisa que se passa, dia por dia, aquela leitura que não anda, os dias passam rápido, e a aventura dura um ano, mas não dá pra dizer que passa esse tempo todo, você só percebe isso quando Bilbo já está voltando pra casa e é na mesma época em que ele partiu para a aventura, porém um ano depois.

O livro ainda conta com ilustrações, que mostram os castelos, como eram algumas criaturas, o tesouro do dragão e ainda dois mapas, um no início e outro no final do livro. Essas ilustrações e os mapas são muito interessantes, porque te dão uma noção maior das coisas e de localização também, você sabe por onde eles estão passando ou por onde vão passar e tudo o mais.

Enfim, deu pra perceber que eu amei esse livro e vou comprar pra mim sim, agora eu simplesmente necessito dele na minha estante, não vivo mais sem, e espero comprar antes de ter que devolver ao dono, porque a despedida vai ser terrível. É muito amor, gente, me entendam rsrsr.

Acho que já falei demais, minhas resenhas são sempre curtinhas, mas é que tinha tanta coisa pra falar, e com certeza não falei tudo o que tinha que ter falado, mas espero ter mencionado o mais importante. Espero que tenham gostado da minha resenha, não ter sido muito extensa (sim, eu sei que fui hahaha) e que fiquem com vontade de ler O Hobbit, ter em suas estantes e conhecer essa fofura, que é Bilbo, o Bolseiro ou Bilbo, o Magnífico e todos os seus amigos!

Beijos e até a próxima resenha!




[RESENHA] "UM PORTO SEGURO" (Nicholas Sparks)




Autor(a): Nicholas Sparks / Tradutor(a): Ivar Panazzolo Júnior / Editora: Novo Conceito / Ano: 2012 / Páginas: 416
Nos momentos mais difíceis, o amor é o único refúgio” 
E mais uma resenha pra vocês pessoas lindas! Sou apaixonada pelo Nicholas Sparks, gente, vocês não imaginam! Então pra essa semana resolvi trazer uma resenha de um dos livros dele, "Um Porto Seguro".

"Um Porto Seguro" foi um dos livros de Nicholas Sparks que mais me chamou a atenção. A maioria dos livros trazem temas muito parecidos, e me surpreendi bastante ao me deparar com Nicholas Sparks usando como tema a violência doméstica, sim, isso mesmo que você leu, violência doméstica!

Katie ou Erin (seu nome verdadeiro) é casada com Kevin, que a maltrata todos os dias. O primeiro ataque violento ocorreu logo na lua de mel, simplesmente porque ela esqueceu seus óculos na piscina. Com o tempo esses ataques se tornaram cada vez mais frequentes, por motivos banais e um ciúme possessivo. Até que Katie toma a decisão de fugir de casa. Começa uma vida nova em Southport, na Carolina do Norte, uma cidade pequena e tranquila. Ali ela conhece Alex, que é viúvo e por quem ela se apaixonará, e Jo, que se tornará sua melhor amiga. Durante esse tempo de tranquilidade que Katie esta vivendo, Kevin, que é investigador, continua à sua procura. E como um bom investigador que é, ele descobre seu nome falso e tudo sobre a nova vida dela e vai à sua procura. O final, na minha opinião, apesar de ser bom, foi demasiado vago, mas ao menos isso deixo que quem se interessar pelo livro descubra e tire suas próprias conclusões!

É um livro lindo, chorei muito no final. Pessoas que pretender ler, grandes surpresas os esperam em relação a Jo! Não vou dar spoiler (risos). Pra que quem quiser, tem o filme também, mas já aviso que é bem diferente do livro, e não vou contar os pontos onde há diferença senão vou dar spoiler e já disse que não vou fazer isso!!!

Bom gente, acho que já falei até demais, porque uma das características das minhas resenhas é o tamanho delas (pequenas mesmo rsrsrs)! Espero que gostem e quem não leu ainda esse livro eu super indico, é muito bom! Até a próxima resenha! Beijos!




[RESENHA] "MORTE SÚBITA" (J. K. Rowling)


Autor(a): J. K. Rowling / Tradutor(a):  Izabel Aleixo, Maria Helena Rouanet / Editora: Nova Fronteira / Ano: 2012 / Página: 512

Olha eu aqui de novo com mais uma resenha! Vamos de “Morte Súbita” hoje? 

“Morte Súbita” de J.K. Rowling (Joanne Kathleen Rowling) ―a mesma que escreveu a saga “Harry Potter”, caso queiram saber (risos), mas não esperam nada de H.P nesse livro ― no início me pareceu um daqueles livros sem graça e “água com açúcar” como eu sempre digo, que apenas relatam a vida medíocre de algumas famílias que moram em uma cidade pequena, e confesso que permaneci com essa opinião até quase a metade do livro; pensem em um livro que não se desenvolvia! 

A história começa com a morte de Barry FairBrother, que ocuparia um lugar na mesa do conselho. Aí começam as discussões e intrigas entre as famílias do vilarejo para saber quem ocupará o lugar do falecido. É guerra de adultos contra adultos, adolescentes entre adolescentes, bullying, enfim, tudo o que uma cidade pequena tem a apresentar o livro “Morte Súbita” mostra. 

Quando começaram a acontecer os "fatos de fato" em cima daquela "introdução" enormeeeee, entendi que na verdade ela era necessária, e posso dizer que o inicio justifica o fim, porque se não ficasse sabendo do cotidiano daquelas pessoas não teria justificativas quando a reviravolta acontecesse. 

Confesso também que achei que terminaria o livro sem emoção alguma, mas me enganei novamente, e chorei muito no final do livro, o que sempre acontece (risos), porque não me conformo com o porquê daquele fim tão triste e trágico que J. K. Rowling fez. Entendo os motivos e as justificativas por tudo o que li e sei sobre as famílias, mas acho que por isso mesmo, esperava um final diferente, não feliz, mas não tão trágico.

Depois de tantas surpresas com essa leitura, afirmo com todas as letras que sim, é um ótimo livro e J.K. Rowling arrasou de novo e com um tema muito diferente de H.P., e indico pra todos que gostam de ler e principalmente pra quem não gosta de romances sobrenaturais e sim de “vida real”.

Beijos e até a próxima resenha!






[RESENHA] "RAZÃO E SENSIBILIDADE" (Jane Austen)




Autor(a): Jane Austen / Tradutor(a): Sem informação / Editora: Nova Cultural / Ano: 2003 (texto original de 1811) / Páginas: 366

Minha primeira resenha ebaaaaaah! Primeiro quero agradecer ao Pedro por me dar essa oportunidade de participar do blog. Estou muito feliz e espero que gostem dos meus posts aqui! Vamos à resenha então.

“Razão e Sensibilidade” é um daqueles livros que te interessam desde as primeiras páginas. Amante de clássicos como sou, nada mais justo que começar com ela, Jane Austen. Nesse livro a autora relata a história das Dashwood, que foram praticamente expulsas de sua casa após a morte do Sr. Henry Dashwood. O Sr. John Dashwood, resultado de seu primeiro casamento, foi quem expulsou de forma “sutil” sua madrasta e irmãs, influenciado pela esposa Fanny Dashwood.

A Sra. Dashwood tinha três filhas com o Sr. Henry Dashwood, Elinor, a mais velha, Marianne e Margaret , a mais nova. Elinor era a “cabeça” da família, a responsável, de temperamento controlado , enquanto que Marianne era o “coração”, tinha os mais fortes sentimentos, levava tudo ao extremo, gostava de cantar, tocava piano e lia livros com a maior das paixões e Margaret era uma menina animada e travessa que não via a hora de ter idade para frequentar bailes e poder namorar. Elinor nutria uma paixão por Edward Ferrars, irmão de Fanny, que jamais aceitaria tal relacionamento.

Quando se mudam para Barton Park, em um passeio pela região, Marianne se apaixona por Willoughby, um jovem de ótima aparência, mas que ao longo da história se mostra uma pessoa interesseira que troca o amor e a felicidade por uma vida estável financeiramente. A família também conhece o Coronel Brandon, um cavaleiro já na faixa dos seus 40 anos que logo se apaixona por Marianne. 

Muitos fatos são revelados no decorrer da narrativa, surpreendo a cada página. A forma como Jane Austen mostra o cotidiano da sociedade do século XIX é bem clara, suprimindo várias curiosidades que eu tinha sobre como as pessoas viviam nessa época, o que soma mais um ponto a favor da obra. 

À título de curiosidade o primeiro esboço da obra foi chamado de “Elinor e Marianne”, pra depois ser intitulada de “Razão e Sensibilidade”, o que nos dá a “primeira deixa” da obra, quem é a razão e quem é a sensibilidade.

Enfim, é um dos meus livros favoritos e que super recomendo por ser um romance lindo, nada de ―desculpe pelo clichê ― água com açúcar, por mostrar a realidade dos casais, mesmo os daquela época, mostrando que nem sempre se encontra o amor verdadeiro na beleza exterior e sim também na interior, que nem sempre rostinhos bonitos mostram o caráter das pessoas e por mostrar também o modo de vida da sociedade daquela época, seu dia-a-dia, a forma como as pessoas se relacionavam e a forma diferente com que chegou ao “felizes para sempre”.




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